Consumo de frutas aumentam por conta do calor


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          Manga



A RAINHA DAS FRUTAS TROPICAIS


Apesar de sua origem indiana, a Mangifera índica L, Anacardiaceae, a mangueira, foi introduzida no Brasil pelos portugueses no século 16, adaptando-se muito bem em várias regiões brasileiras, sendo muitas vezes confundida como fruteira nativa. Rica em sais minerais, vitaminas, açúcares e de sabor muito agradável, a manga é uma das principais frutas consumidas no país. Sua polpa pode ser consumida ao natural ou utilizada para processamento em suco, geléia, sorvete, néctar, doces, “chutney’, batidas e vários outros produtos.

A introdução e a propagação por sementes originaram muitos tipos de mangas com diferentes sabores e qualidades, que só foram fixadas como variedades muito depois. A introdução de variedades selecionadas em outros países trouxe novo alento à cultura.

O Brasil é um dos dez maiores produtores de manga, com 2,15% da produção mundial, mas é o segundo maior exportador, com 133 mil toneladas. A área de plantio cresceu de 45.454 hectares em 1990, para 68.107 hectares em 2003, um crescimento de 50%. No Nordeste, no mesmo período, a área de plantio dobrou. Para atender às exigências dos importadores a produção e a pós-colheita de manga no Brasil sofreram grandes transformações, que se refletiram no mercado interno, que é o grande consumidor da manga brasileira.

A norma de classificação de manga desenvolvida pelo Programa Brasileiro para Modernização da Horticultura, em estreita parceria com o PIF – Programa Integrado de Frutas, é o instrumento imprescindível à modernização e transparência na comercialização. O lote de manga classificado é uniforme em tamanho e coloração, tem a qualidade bem definida em 4 categorias, a garantia de um padrão mínimo de qualidade e é caracterizado por medidas mensuráveis.

GRUPO


 

 

CLASSE


Classe

Massa em gramas

Limite em gramas

100

100 a 200

50

200

201 a 350

75

350

351 a 550

100

550

551 a 800

125

800

maior que 800

150

 SUBCLASSE


creme

creme amarelada

amarela

amarela alaranjada

alaranjada

DEFEITOS VARIÁVEIS


Alguns defeitos são variáveis: podem ser considerados graves ou leves, de acordo com a sua intensidade de ocorrência. O defeito será considerado grave se ocupar uma % da superfície total do fruto superior à estabelecida no quadro abaixo ou apresentar outras características que comprometam seriamente a sua qualidade do fruto.

Limite de intensidade de defeito para
a sua caracterização como defeito grave

Defeito

% do fruto

Outras características

Amassado

2

Escurecimento visível

Defeito difuso de casca

5

 

Defeito escuro de casca

3

Defeito rugoso de casca

2

Profundidade superior a 3 mm

Defeito patológico de casca

2

Ponto individual maior que 1 mm

% do fruto = % da superfície total do fruto.

Os defeitos de casca são caracterizados como difuso, escuro e rugoso.


DEFEITOS GRAVES


Dano por temperatura

Distúrbio fisiológico

Podridão

Dano Profundo

  

DEFEITOS LEVES


Deformado

CATEGORIA


Limite de frutos com defeitos graves e leves por categoria, em porcentagem dos frutos do lote.

Categoria

Extra

I

II

III

Defeitos Graves

Podridão (3)

0

1

2

2

Defeito patológico grave de casca

0

1

2

2

Dano profundo (3)

0

1

2

2

Amassado grave

0

1

3

6

Dano por temperatura

0

1

3

6

Dano cicatrizado grave

0

1

3

6

Defeito grave de casca (2)

0

1

3

6

Distúrbio fisiológico

0

1

3

6

Imaturo

0

1

3

6

Passado

0

1

3

6

Total de defeitos graves

0

1

6

10

Defeitos Leves 

Amassado leve

5

10

20

100

Defeito leve de casca (2)

5

10

100

100

Defeito Patológico leve de casca

5

10

20

100

Deformação

5

10

20

100

Total de defeitos leves

5

20

100

100

Total de defeitos

5

20

100

100



(1)
Os frutos de categoria Extra, devem ter a coloração de polpa, no mínimo, na subclasse creme amarela e, os frutos do Grupo Monoembriônico ou Indochinês, devem ter mais de 50% da sua superfície cobertos pela cor de recobrimento.

(2) O defeito de casca grave ou leve compreende os defeitos: difuso, escuro e rugoso.

(3) Não existe tolerância para os defeitos graves progressivos: podridão, dano profundo e defeito patológico grave de casca, no primeiro ponto de remessa do produto. As tolerâncias para estes defeitos serão permitidas somente após a remessa do fruto do embalador: no transporte, no atacado e no varejo.

(4) O cálculo da porcentagem pode ser feito com base no número ou massa dos frutos.

RÓTULO


 

 

MORFOLOGIA


 

 



1. Produtos com cartilhas e normas oficiais do MAPA-Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento:
Abacaxi
Uva Fina de Mesa
Uva Rústica


2. Produtos com cartilha

Abacate, abacaxi, banana, caqui, goiaba, laranja, lima ácida tahiti (limão), maracujá azedo, mamão, manga , melão, pêssego e nectarina, tangerina, uva fina e uva rústica, alface, batata, berinjela, cebola, cenoura, couve-flor, mandioquinha-salsa, morango, pepino, pimentão, quiabo e tomate.

:: Alface
:: Banana
:: Berinjela
:: Caqui
:: Goiaba
:: Pêssego
:: Pimentão
:: Tomate


    3. Produtos com norma aprovada , sem cartilha:
Abobrinha, batata-doce, chuchu, figo, melancia, pêssego e nectarina,repolho e vagem.


    4. Produtos em fase final de aprovação da norma:
Abóbora, agrião, alcachofra, atemóia, inhame, cará e maracujá doce.

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